Wado lança sexto disco pela internet
CD conta com parcerias de Marcelo Camelo, Zeca Baleiro e Chico César
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As Captivas trafegavam próximo a ponte Divaldo Suruagy, no sentido Francês-Maceió. As informações são do blog Google Discovery e do jornal Cada Minuto.
O leitor Yuri Maia, que passava pelo local, fez a foto do acidente. Os carros do Google seguiam em comboio, pois iriam iniciar os trabalhos na cidade.
Em nota, o Google confirmou o acidente e informou que seus motoristas são treinados para respeitar as normas de trânsito. Porém, “acidentes de trânsito, infelizmente, fazem parte da rotina da cidade”.
Bancários vão entrar em Greve na próxima terça-feira
Os bancários de Alagoas vão cruzar os braços a partir da próxima terça-feira (27) por tempo indeterminado. Eles aderem à decisão do Comando de Greve nacional que rejeitou, na noite desta quinta-feira (22), a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que consiste em um reajuste de 7,8% para os salários e demais verbas.
Em Alagoas, a decisão foi praticamente unânime. Os bancários, que reivindicam reajuste de 12,8% e melhorias em diversas áreas (garantia de emprego, fim das metas abusivas, melhores condições de trabalho, mais contratações, igualdade de oportunidades, previdência para todos e plano de cargos e salários) criticaram a postura dos banqueiros, que tiveram lucros bastante expressivos no primeiro semestre e têm condições de atender às reivindicações da categoria.
“Além da proposta deles estar muito abaixo do esperado, outras reivindicações importantes dos bancários foram negadas ou ficaram sem resposta”, disse Jairo França, presidente do Sindicato.
De acordo com o sindicalista, se a Fenaban não melhorar o índice de reajuste e atender outras demandas da categoria até segunda-feira, a greve será inevitável. “Vamos realizar uma paralisação ainda mais forte que no ano passado, quando cruzamos os braços por quinze dias”, alertou.
A Fenaban e o Comando Nacional dos Bancários terão uma nova rodada de negociação nesta sexta-feira (23), em São Paulo, quando poderá surgir uma nova proposta dos bancos. Em função disto, os bancários marcaram novas assembleias para segunda-feira, quando vão avaliar a negociação deste final de semana e homologar ou não a greve para terça.
Além das negociações com a Fenaban - responsável pela assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho - esta havendo negociações com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste, com os quais se discute as reivindicações específicas dos seus funcionários. Até o momento não houve qualquer avanço, o que alimenta ainda mais a tendência de paralisação nesses bancos públicos.
Fonte: tudonahora.com.br
Bancários de Alagoas e de todo o país podem deflagrar greve nacional a partir de sexta-feira (23) caso a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não apresente nesta terça (20) uma proposta que contemple as reivindicações salariais da categoria. A entidade patronal encontra-se reunida com o Comando Nacional dos Bancários em São Paulo, enquanto os trabalhadores realizam protestos nas ruas e agências bancárias.
A proposta da Fenaban será discutida e votada pelos bancários na quinta (22), durante assembléia geral. Na oportunidade, a categoria também irá deliberar sobre a paralisação nos bancos, caso rejeitem a proposta patronal.
Banqueiros e bancários já realizaram três rodadas de negociação entre o final de agosto e o dia 12 deste mês, sem que houvesse qualquer avanço. Segundo o sindicato da categoria, as negociações também estão difíceis nos bancos públicos (Caixa Econômica, Banco do Brasil e Banco do Nordeste), onde existem reivindicações específicas dos seus funcionários.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Alagoas, Jairo França, a Fenaban tem negado todas as reivindicações apresentadas pelos bancários. Elas incluem garantia de emprego e melhorias nas áreas de saúde, segurança, remuneração, condições de trabalho e igualdade de oportunidades. "Os bancos estão adotando uma postura intransigente e que leva ao confronto”, destaca o sindicalista.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, "é inadmissível que o setor financeiro, com ganhos tão elevados, negue-se a valorizar os seus funcionários, enquanto altos executivos ganham até 400 vezes mais do que o piso do bancário”.
Fonte: tudonahora.com.br